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	<title>Glauciana Nunes</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 19:54:48 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse blog agora está totalmente no <a href="http://www.glauciananunes.com">www.glauciananunes.com</a>.</p>
<p>Novo layout, nova formatação, nova inspiração.</p>
<p>Nos vemos lá.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciananunes.wordpress.com/1338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciananunes.wordpress.com/1338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciananunes.wordpress.com/1338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciananunes.wordpress.com/1338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/glauciananunes.wordpress.com/1338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/glauciananunes.wordpress.com/1338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/glauciananunes.wordpress.com/1338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/glauciananunes.wordpress.com/1338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciananunes.wordpress.com/1338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciananunes.wordpress.com/1338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciananunes.wordpress.com/1338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciananunes.wordpress.com/1338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciananunes.wordpress.com/1338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciananunes.wordpress.com/1338/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1338&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Mãe é camaleão. Camalemãe?</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 12:09:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;Quando nasce um bebê, nasce também uma mãe&#8221;. Essa frase é muito bonita na publicidade, mas na prática, nessa vida real, diária aqui, de verdade, é pura balela. Não estou tirando o romantismo da maternidade, pelo contrário, acho mesmo que &#8230; <a href="http://glauciananunes.wordpress.com/2010/03/03/mae-e-camaleao-camalemae/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1333&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/03/mae.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-1334" title="mae" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/03/mae.gif?w=500&#038;h=269" alt="" width="500" height="269" /></a></p>
<p>&#8220;Quando nasce um bebê, nasce também uma mãe&#8221;. Essa frase é muito bonita na publicidade, mas na prática, nessa vida real, diária aqui, de verdade, é pura balela. Não estou tirando o romantismo da maternidade, pelo contrário, acho mesmo que o romance está na realidade, na pureza do dia-a-dia, com encontros e desencontros.</p>
<p>Pois bem, tornar-se mãe é um processo que não ocorre naturalmente com o nascimento do bebê. Na verdade, todo o preparo começa na gestação. São nove longos meses, nos quais o corpo da mulher vai se modificando, seus hormônios dançam em fúria e calmaria e sua mente vai se preparando para o processo mais transformador de sua vida. Depois de ter um filho nenhuma mulher vai ser como antes. Não julgo que todas as fêmeas agem da mesma forma, mas que não terão a mesma percepção do mundo, em algo grau, isso é fato.</p>
<p>Apesar de acreditar nessa transformação, eu realmente penso que ela não acontece no nascimento do bebê como afirma a Natura. Ser mãe é um desafio feito dia após dia, conforme cuidamos de nossa cria. A maternidade é algo que vai se desenvolvendo na mulher.</p>
<p>Aprender a ser mãe, esse é o ponto. E isso acontece na prática, no erro e no acerto. Na dificuldade da amamentação, na doação exclusiva de tantas horas de falta de sono, no balanço de pernas e braços, no carinho e na atenção dispensada. Bebê e mulher aprendem a ter novos papeis no encontro de ambos, na simbiose que existe entre essas duas almas, para sempre ligadas pelo elo mais forte.</p>
<p>E não se trata de um aprendizado fácil. Nunca, talvez em nenhum outro momento da vida, foi necessária tanta doação, tanto desapego, gostar de alguém que não pode te oferecer nada em troca. Pelo menos, nada considerado material ou concreto em troca. Doar simplesmente por amar. são meses, quiçá anos, que a mulher deixa, em partes, de ser um indíviduo único. Tem sempre por quem pensar, quem levar, quem carregar, quem cuidar, quem alimentar, quem limpar, quem educar.</p>
<p>E como não cansar desse papel por muitas e muitas vezes? É inegável o amor incondicional que sentimos por nossas crias, mas se abdicar de tantas coisas pelo outro é algo que realmente deixa qualquer ser-humano confuso, cansado e, porque não, carente?</p>
<p>Ser mãe é isso. É a união de muitos sentimentos, é o aprendizado diário, é ser mulher, é continuar a ter os seus desejos pessoais, é sentir-se culpada sempre, é ser como camaleão, é ter mil faces, é amar sem precedentes e topar qualquer parada. E é justamente por isso que eu afirmo que, entre outras poucas coisas, eu nasci pra ser mãe.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciananunes.wordpress.com/1333/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciananunes.wordpress.com/1333/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciananunes.wordpress.com/1333/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciananunes.wordpress.com/1333/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/glauciananunes.wordpress.com/1333/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/glauciananunes.wordpress.com/1333/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/glauciananunes.wordpress.com/1333/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/glauciananunes.wordpress.com/1333/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciananunes.wordpress.com/1333/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciananunes.wordpress.com/1333/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciananunes.wordpress.com/1333/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciananunes.wordpress.com/1333/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciananunes.wordpress.com/1333/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciananunes.wordpress.com/1333/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1333&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Chorinho? Não, vou de Rock and Roll</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 21:26:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ontem eu chorei. Mas, anteontem também. E no final de semana também. Mas, não, eu não estou triste. Aliás, estou é feliz demais, grata porque a vida só me dá felicidades. Não tenho do que reclamar, só tenho a agradecer, &#8230; <a href="http://glauciananunes.wordpress.com/2010/02/24/chorinho-nao-vou-de-rock-and-roll/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1329&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/lights_by_danyellah.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1330" title="Lights_by_danyellah" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/lights_by_danyellah.jpg?w=500&#038;h=333" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Ontem eu chorei. Mas, anteontem também. E no final de semana também. Mas, não, eu não estou triste. Aliás, estou é feliz demais, grata porque a vida só me dá felicidades. Não tenho do que reclamar, só tenho a agradecer, contente, o muito que me é dado. Esse muito que não é comprado pelo dinheiro, que não se pega na prateleira, que não se encontra nas fugacidades da vida.</p>
<p>Chorei foi mesmo de nostalgia. Ou fora de saudade. Não sei ao certo a diferença entre essas duas palavras, mas chorei. Um chorinho misturado com riso. Aquelas lágrimas que caem enquanto você canta, e ri, e chora. E foi assim, às quatro da tarde, porque emoção mesmo, essa que sai de dentro, não tem hora nem lugar pra florescer.</p>
<p>Era &#8220;<em>The Wonders</em>&#8220;. Era &#8220;<em>That Thing You Do</em>&#8220;. Era uma cidade quente. Era menina moça. Era faculdade. Era verão o ano inteiro. Era cachaça dia sim e no outro também. Era o inesperado. Era amor de frio na barriga. Era São João em mês gelado. Era esfirra na madrugada. Era lanche de tarde. Era pouca regra. Era muita festa.</p>
<p>E no &#8220;<em>And I tried and tried to forget you, girl. But it&#8217;s just so hard to do</em>&#8221; eu voltava para aquele tempo e via tudo tão nítido, como filme em tela de bom cinema. E me dava saudade. Ou dava nostalgia. Ou dava tudo isso aí junto.</p>
<p>Como é bom ter tanta memória pra sentir e se orgulhar do caminho que trilhamos. Afinal, a vida da gente é feitinha disso aí, de pedaços de tempo recortados à mão e colados num álbum sem muito cuidado.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciananunes.wordpress.com/1329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciananunes.wordpress.com/1329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciananunes.wordpress.com/1329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciananunes.wordpress.com/1329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/glauciananunes.wordpress.com/1329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/glauciananunes.wordpress.com/1329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/glauciananunes.wordpress.com/1329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/glauciananunes.wordpress.com/1329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciananunes.wordpress.com/1329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciananunes.wordpress.com/1329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciananunes.wordpress.com/1329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciananunes.wordpress.com/1329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciananunes.wordpress.com/1329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciananunes.wordpress.com/1329/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1329&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>E aí, meu brother?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 15:14:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu não sei o que é ter um irmão. Na prática não os tive, mas na teoria sim. Tenho duas meia-irmãs, filhas de meu pai biológico, mas só as vi uma vez na vida. Tenho um irmãozinho recente, filho do &#8230; <a href="http://glauciananunes.wordpress.com/2010/02/24/e-ai-meu-brother/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1325&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1326" title="luca" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca.jpg?w=500&#038;h=375" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Eu não sei o que é ter um irmão. Na prática não os tive, mas na teoria sim. Tenho duas meia-irmãs, filhas de meu pai biológico, mas só as vi uma vez na vida. Tenho um irmãozinho recente, filho do meu outro pai. Esse rolo familiar que nossos pais nos metem. Além disso, ainda fui criada, grande parte da minha vida, na mesma casa que meus cinco primos, todos irmãos. Com eles, aprendi a dividir, a chorar, a bater, a ter companhia e muitas outras coisas que se aprende no relacionamento familiar.</p>
<p>Mas, ainda sim, acredito que não sei exatamente o que é ter um irmão. Isso porque eu não vi a barriga da minha mãe crescer, não cheguei em casa e me deparei com um bebezinho, não perdi o meu reinado em casa e uma série de coisas que passa o irmão mais velho.</p>
<p>Deve ser por isso que mexe tanto comigo o fato de ser mãe de dois filhos. Desde que a maternidade aflorou em mim sempre disse que queria ter mais de uma cria. Afinal de contas, acho mesmo que formar família é o grande barato dessa vida. Somado ao fato de ter encontrado um companheiro 100% à favor de uma prole, pronto, aqui estão Eduardo e Luca.</p>
<p>Desde o dia que Luca chegou ao mundo é que as pulgas moram atrás de minha orelha e que meu coração sofre um tantinho. Explico. Eu, por não ter tido irmãos, não sei que processo é esse que ocorre entre eles. Como eles se sentem? O que se passa na cabeça e no coração deles? E pior, como mãe, como é que vou lidar com duas crianças diferentes, com personalidades únicas e demandas próprias?</p>
<p>Foi por isso que no nosso primeiro dia em casa, após a saída da maternidade, eu chorei sentada no sofá enquanto os pequenos dormiam. Sentia um aperto no coração por Eduardo pedir o meu colo enquanto eu amamentava Luca. E ao contrário também. Quando Luca chorava de fome e Eduardo me olhava com aquela carinha pedindo para eu não parar de brincar com ele.</p>
<p>Ambos estão perdendo? Ou ambos estão ganhando? Afinal de contas, apesar de não ter irmãos nessa vida, carrego comigo o quão sublime deve ser essa relação. E me orgulho muito de poder proporcionar esse relacionamento que não tive a duas pessoas.</p>
<p>Sigo ainda me adaptando a dividir as atenções e a mostrar a ambos o quanto eu os amo de forma igual, apesar das diferenças entre cada um deles. Tenho convicção de que farei o meu melhor para que essas crianças possam crescer tendo como base um ao outro. Que eles possam ser um elo de confiança e amizade entre si. Que possam se orgulhar de terem um irmão.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciananunes.wordpress.com/1325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciananunes.wordpress.com/1325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciananunes.wordpress.com/1325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciananunes.wordpress.com/1325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/glauciananunes.wordpress.com/1325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/glauciananunes.wordpress.com/1325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/glauciananunes.wordpress.com/1325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/glauciananunes.wordpress.com/1325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciananunes.wordpress.com/1325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciananunes.wordpress.com/1325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciananunes.wordpress.com/1325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciananunes.wordpress.com/1325/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciananunes.wordpress.com/1325/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciananunes.wordpress.com/1325/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1325&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Meus partos normais humanizados</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 12:52:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glauciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde muito antes de pensar em ser mãe eu já era simpatizante do parto natural. Mesmo sem saber ao certo o porquê, algo me fazia pensar ou talvez apenas sentir que esse tipo de parto fosse o melhor. Uma maneira &#8230; <a href="http://glauciananunes.wordpress.com/2010/02/22/meus-partos-normais-humanizados/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1312&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde muito antes de pensar em ser mãe eu já era simpatizante do parto natural. Mesmo sem saber ao certo o porquê, algo me fazia pensar ou talvez apenas sentir que esse tipo de parto fosse o melhor. Uma maneira inconsciente que eu, mamífera por instinto, manifestava sobre a vinda de um bebê ao mundo.</p>
<p>Hoje, aos 28 anos, e mãe de duas crianças lindas, tenho muito orgulho de dizer que meus dois filhos chegaram de parto normal. Mas, porque haveríamos de nos orgulhar de algo que deveria ser o mais&#8230; porque não normal, como sugere o próprio nome?</p>
<p>Porque no Brasil há um triste e alarmante índice de partos por cesárea, a intervenção cirúrgica de médio porte, que corta sete camadas de tecido para retirar o bebê. Apesar da Organização Mundial de Saúde (OMS) ter um aviso “A cesariana pode fazer mal à saúde&#8221; – esse é o tipo de parto que mais cresce no Brasil.</p>
<p>As razões para esse aumento desproporcional no número de partos cirúrgicos são históricas. As mudanças de comportamento incentivadas pela Revolução Sexual e o Movimento Feminista geraram mulheres mais ativas e exigentes.</p>
<p>Era comum lermos, em grandes reportagens de jornais e revistas, declarações em que as mães testemunhavam a favor da cesariana, dizendo que seu filho nasceria numa data que lhe seria conveniente, não haveria correrias, a criança nasceria sem o “trauma” do parto normal, etc. A essa visão algo distorcida dos fatos veio aliar-se a conveniência dos médicos: um trabalho de parto normal pode tomar de 4 a 8 horas (e às vezes mais) do tempo deles, enquanto numa cesariana, em condições normais, tudo se resolve em pouco mais de uma hora. Além do que, imagino eu, eles devem ganhar mais num parto cirúrgico do que num parto natural.</p>
<p>E eu, desde que engravidei de Eduardo, meu primeiro filho, passei a ser ainda mais defensora do parto normal, pois me informei sobre o assunto, coisa que eu imagino que não ocorra com todas as futuras mães. Por conta desse aculturamento da cesariana, as parturientes não se dão ao trabalho nem de refletir sobre o assunto, não faz parte do imaginário delas mesmo. E aí, para complicar, caem em um obstetra que também não fala sobre o assunto, e aí para essas gestantes o natural, ao invés de ser o parto vaginal, passa a ser o cirúrgico.</p>
<p>Durante a minha segunda gravidez, de Luca, arrisco que 95% das pessoas me perguntavam: &#8220;para quando está marcado o seu parto?&#8221;. E eu sempre respondia com paciência que meu parto não era agendado, pois ele seria no dia em que meu filho estivesse pronto para chegar ao mundo e não no dia que fosse mais cômodo para o médico. Normalmente, recebia olhares de espanto e a frase: &#8220;nossa, como você é corajosa&#8221;.</p>
<p>Eu sempre ria por dentro. Isso porque, para mim, corajosas são essas pessoas que se submetem a tantos pontos no abdomem para parir, esse processo tão natural a nós mulheres. A natureza nos fez assim, com útero, vagina, mamas, tudo prontinho para gerar, parir e alimentar um filhote.  Apesar de não nos lembrarmos disso, somos mamíferas e o processo tem muito de animal também.</p>
<p>Além disso, pulsava dentro de mim um desejo pessoal, muito particular. Trazer meus filhos ao mundo era algo que eu desejava e sabia que podia fazer por mim mesma, sem ajuda, sem deixar que fizessem por mim. Parir, para mim, também foi de certa forma uma jornada de auto-conhecimento, de superação: eu queria descobrir a força que tinha, queria saber do que era capaz.</p>
<p>Precisamos passar pelas dores do parto para poder segurar as dores maiores que virão depois, sendo mãe. Não são dores físicas como as do parto, mas talvez até piores. O parto normal nos faz introjetar aquilo que realmente importa nesse momento: ser mãe. As dores, a espera, as contrações, a evolução do seu corpo, a modificação da barriga. Tudo isso faz parte do processo que marca a nossa vida, nos preparando de fato para sermos mães. As mulheres que optam em pular essa parte, pelo comodismo, pelo medo, pela fuga de não sentirem dores, perdem algo muito significativo do processo de ser mãe.</p>
<p>E, dessa forma, com esse desejo tão forte, tudo foi como eu esperava que fosse. Eduardo e Luca chegaram ao mundo de parto natural, de forma muito humanizada, e no hospital. Ambos vieram com a ajuda indispensável de meu obstetra, Dr. Waldemar de Almeida Pereira de Carvalho, o médico mais humano que conheço. Um profissional lúcido, que não só examina a gestante, mas ajuda-a a se preparar para o momento da chegada do bebê e sempre respeita o desejo do tipo de parto.</p>
<p><strong>Os meus partos</strong><br />
Eduardo chegou no dia 14 de julho de 2007, com 36 semanas de gestação, ou seja, um mês antes do que era previsto. Minha bolsa se rompeu às 4h30 e ele nasceu, no Hospital Santa Helena, às 11h25. Um parto rápido, boa evolução e dilatação total para a passagem dele.</p>
<p>Luca foi ainda mais rápido. Apenas três horas após o rompimento da bolsa ele nasceu. Às 23h30 senti o líquido escorrer, ainda fui tomar banho, calma e tranquila, feliz por saber que tinha chegado a hora. Estávamos com pouco mais de 39 semanas de gestação. Chegamos na Maternidade Pro Matre Paulista às 00h30 do dia 2 de fevereiro de 2010 já com seis dedos de dilatação. Em pouco tempo na banheira evoluímos para mais abertura e na chegada do Dr. Waldemar eu já sentia Luca descendo pelo colo de meu útero, chegando ao mundo às 2h41.</p>
<p>Um parto lindo, humanizado, praticamente sem dor e respeitando o tempo de maturação de meu bebê, e respaldado por profissionais muito éticos e atenciosos. Obrigada a todos da Pro Matre Paulista que fizeram esse ser um dos momentos mais bonitos da minha vida:<br />
<strong><br />
Dr. Waldemar de Almeida Pereira de Carvalho</strong>, ginecologista obstetra.<br />
<strong>Dra. Luciana Nazaré Lima da Cruz</strong>, anestesiologista.<br />
<strong>Dra. Adriana Valle Peluzzo</strong>, neonatologista.<br />
<strong>Enfa. Simone Renata Rodrigues Nascimento</strong>, obstetriz.</p>
<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1313" title="luca1" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca1.jpg?w=500&#038;h=375" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca1.jpg"></a><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1314" title="luca2" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca2.jpg?w=500&#038;h=375" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1315" title="luca3" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca3.jpg?w=500&#038;h=375" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1316" title="luca4" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca4.jpg?w=500&#038;h=375" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1317" title="luca5" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca5.jpg?w=500&#038;h=375" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca9.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1318" title="luca9" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/02/luca9.jpg?w=500&#038;h=375" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Dr. Waldemar de Almeida Pereira de Carvalho</strong><br />
Reprodução Assistida e Endoscopia Ginecológica<br />
<strong>Endereço</strong>: Rua Diogo de Faria, 776 &#8211; Vila Mariana. São Paulo &#8211; SP<br />
<strong>Telefones</strong>: (11) 5571-2023 / 5082-3440 / 5579-1876</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciananunes.wordpress.com/1312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciananunes.wordpress.com/1312/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciananunes.wordpress.com/1312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciananunes.wordpress.com/1312/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/glauciananunes.wordpress.com/1312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/glauciananunes.wordpress.com/1312/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/glauciananunes.wordpress.com/1312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/glauciananunes.wordpress.com/1312/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciananunes.wordpress.com/1312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciananunes.wordpress.com/1312/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciananunes.wordpress.com/1312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciananunes.wordpress.com/1312/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciananunes.wordpress.com/1312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciananunes.wordpress.com/1312/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1312&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Será?</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 01:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glauciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesses últimos dois dias três pessoas me abordaram questionando sobre o meu blog. Desde o ano passado que minha frequência de posts foi diminuindo, diminuindo, até minguar em um desejo bem real de ano novo. E hoje, depois de uma &#8230; <a href="http://glauciananunes.wordpress.com/2010/01/29/sera/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1308&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/01/desejo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1309" title="desejo" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/01/desejo.jpg?w=490&#038;h=320" alt="" width="490" height="320" /></a></p>
<p>Nesses últimos dois dias três pessoas me abordaram questionando sobre o meu blog. Desde o ano passado que minha frequência de posts foi diminuindo, diminuindo, até minguar em um desejo bem real de ano novo.</p>
<p>E hoje, depois de uma pessoa especial, que eu gosto muito, me perguntar se eu desencanei do blog, eu fiquei realmente pensando no porquê de ter &#8220;desistido&#8221; de fazer uma das coisas que mais amo na vida.</p>
<p>E me questionei. Em primeira mão me veio à cabeça fatos que ocorreram no ano passado, que mexeram com minha autoestima profissional. Algumas poucas pessoas realmente me fizeram acreditar que eu não tenho talento nenhum. Deram um jeitinho daqui, um e-mail dali, umas palavras rudes de lá até que conseguiram me fazer desistir. Eu, que sempre acreditei nas minhas convicções, cheguei mesmo a acreditar e até questionar o meu talento para a redação. Talvez ainda não esteja em meu melhor momento autoestima profissional.</p>
<p>Mas, é claro, a vida da gente é cheinha de fases, como tantas vezes eu já escrevi aqui. E o momento agora é de gerar uma nova vida. Não há nada mais meritoso do que poder gerar uma vida dentro da gente. Sinto que me preparo para a chegada de mais um ser humano no mundo. E a verdade é que isso demanda energia, disposição, concentração e meu corpo todo responde apenas à ele nesses últimos meses.</p>
<p>Sei, como foi da primeira vez, que por enquanto serei apenas mãe. Que minhas unhas ficarão por fazer, que as lingeries estarão sempre com um cheirinho azedo de leite, que o sexo ficará para as noites do nana nenê, que o vinho ficará para depois da amamentação. A progressiva também. A redação. Bem, essa não sei. Isso porque o que sinto neste momento é uma intesa vontade de só me dedicar a ele que está chegando.</p>
<p>Se eu escrevo bem? Se escrevo mal? Talvez agora não seja a hora de provar isso para ninguém. Nem a mim mesma. Talvez seja a hora de deixar as coisas quietas, como estão aqui nesse espaço. E um dia, se houver vontade, se houver desejo, se houver sonhos a serem compartilhados pelas palavras, aqui estarei novamente.</p>
<p>Por enquanto, é o que tem pra hoje.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciananunes.wordpress.com/1308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciananunes.wordpress.com/1308/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciananunes.wordpress.com/1308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciananunes.wordpress.com/1308/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/glauciananunes.wordpress.com/1308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/glauciananunes.wordpress.com/1308/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/glauciananunes.wordpress.com/1308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/glauciananunes.wordpress.com/1308/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciananunes.wordpress.com/1308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciananunes.wordpress.com/1308/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciananunes.wordpress.com/1308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciananunes.wordpress.com/1308/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciananunes.wordpress.com/1308/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciananunes.wordpress.com/1308/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1308&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Apaixone-se em 2010</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 22:39:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glauciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Amanhã, apaixone-se Porque o dia seguinte é o dia mais importante da sua vida É no dia seguinte que sabemos se o dia de ontem valeu à pena É no dia seguinte que acordamos para a realidade ou continuamos no &#8230; <a href="http://glauciananunes.wordpress.com/2010/01/02/apaixone-se-em-2010/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1300&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/01/paixao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1301" title="paixao" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2010/01/paixao.jpg?w=490&#038;h=228" alt="" width="490" height="228" /></a></p>
<p>Amanhã, apaixone-se<br />
Porque o dia seguinte é o dia mais importante da sua vida<br />
É no dia seguinte que sabemos se o dia de ontem valeu à pena<br />
É no dia seguinte que acordamos para a realidade ou continuamos no sonho<br />
A vida da gente começa no dia seguinte e só existe uma maneira de viver: apaixonado</p>
<p>Por isso, dance como se ninguém estivesse vendo você<br />
Trabalhe como se não precisasse de dinheiro<br />
Corra como se não houvesse a chegada<br />
Ame como se nunca tivesse sido magoado antes<br />
Acredite como se não houvesse frustração<br />
Cante como se ninguém estivesse ouvindo<br />
Beije como se fosse eterno<br />
Sorria como se não existisse lágrimas<br />
Abrace como se fossem todos amigos<br />
Durma como se não houvesse amanhã<br />
Crie como se não existisse crítica<br />
Vá como se não precisasse voltar<br />
Acorde como se nunca mais fosse acordar<br />
Faça a próxima viagem como se fosse a última<br />
Vista-se como se não conhecesse espelhos<br />
Proponha como se não existissem as recusas<br />
Brinque como se não tivesse crescido<br />
Levante como se não tivesse caído<br />
Case como se não houvesse outra<br />
Mergulhe como se não houvesse medo<br />
Ouse como se não existisse o certo ou o errado<br />
Aprecie como se fosse eterno<br />
Viva como se não houvesse fim</p>
<p>Prefira ser em vez de ter<br />
Sentir em vez de fingir<br />
Andar em vez de parar<br />
Ver em vez de esconder<br />
Abrir em vez de fechar</p>
<p>Apaixonar-se é um exercício de jardinagem:<br />
Arranque o que faz mal<br />
Prepare o terreno<br />
Semeie<br />
Seja paciente<br />
Espere<br />
Regue e cuide<br />
Assim terá um jardim</p>
<p>Mas, esteja preparado<br />
Pois haverá pragas, secas ou excessos de chuvas<br />
Mas, se desistir não terá um jardim<br />
Terá um descampado</p>
<p>A paixão não se vê<br />
Não se guarda<br />
Não se prende<br />
Não se controla<br />
Não se compra<br />
Não se vende<br />
Não se fabrica</p>
<p>A paixão é a diferença entre o sucesso e o fracasso<br />
Entre a dúvida e a certeza</p>
<p>Apaixonados não esperam, agem<br />
A paixão é que o faz coisas iguais serem diferentes</p>
<p>Amanhã, quando acordar pense se hoje valeu a pena e apaixone-se<br />
Porque, em 24 horas você vai entrar no dia mais importante da sua vida<br />
O dia seguinte.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciananunes.wordpress.com/1300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciananunes.wordpress.com/1300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciananunes.wordpress.com/1300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciananunes.wordpress.com/1300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/glauciananunes.wordpress.com/1300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/glauciananunes.wordpress.com/1300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/glauciananunes.wordpress.com/1300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/glauciananunes.wordpress.com/1300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciananunes.wordpress.com/1300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciananunes.wordpress.com/1300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciananunes.wordpress.com/1300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciananunes.wordpress.com/1300/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciananunes.wordpress.com/1300/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciananunes.wordpress.com/1300/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1300&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Duas mulheres para se admirar</title>
		<link>http://glauciananunes.wordpress.com/2009/11/27/duas-mulheres-para-se-admirar/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 10:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glauciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas que eu gosto]]></category>
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		<description><![CDATA[Ambas têm histórias de superação, ambas baseadas na dor. Uma encarou a morte instantânea. Outra vive com ela um pouquinho dia-a-dia, há 12 anos. Ou então seria vida? Uma da morte se transformou em vida. A outra, da vida não &#8230; <a href="http://glauciananunes.wordpress.com/2009/11/27/duas-mulheres-para-se-admirar/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1294&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2009/11/lapis.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1295" title="lapis" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2009/11/lapis.jpg?w=500&#038;h=249" alt="" width="500" height="249" /></a><br />
Ambas têm histórias de superação, ambas baseadas na dor. Uma encarou a morte instantânea. Outra vive com ela um pouquinho dia-a-dia, há 12 anos. Ou então seria vida? Uma da morte se transformou em vida. A outra, da vida não deixa que se faça a morte.</p>
<p>Duas mulheres, que não conheço pessoalmente, mas que as acompanho virtualmente. Esse mundo, tão sem fronteiras, nos permite invadir até a dor do outro e se solidarizar com ela.</p>
<p>Admiro as duas e me encorajo com suas histórias a seguir firme na vida, que nos é tão perecível. Duas histórias diferentes uma da outra, mas que congregam de algumas semelhanças básicas: o amor e a força de vontade em continuar a caminhar com o mínimo de alegria e felicidade e a vazão de sentimentos pelas ferramentas da Internet.</p>
<p>Uma é Cristiana Guerra, que &#8220;conheci&#8221; no início desse ano. A outra é Odele Souza, que tomei conhecimento na semana passada. Dois gratos presentes que tive a honra de receber nesse ano: saber da história dessas duas mulheres e me motivar a valorizar a vida.</p>
<p>Cristiana, de quem eu já escrevi <a href="http://glauciananunes.wordpress.com/2009/02/13/quer-ganhar-o-livro-para-francisco/">aqui </a>nesse blog, é uma linda mulher de 40 anos e jeito de menina. Ela tem uma sensibilidade impressionante. Soube fazer da dor uma linda história de superação. E vive seus dias acreditando que pode, sim, ser feliz, apesar das peças que a vida insiste em lhe pregar.</p>
<p>Publicitária mineira, lançou em novembro de 2008 o belíssimo <em>Para Francisco</em>. O livro é resultado dos textos do blog de mesmo nome (<a href="http://www.parafrancisco.blogspot.com" target="_blank">www.parafrancisco.blogspot.com</a>) que Cristiana criou alguns meses depois de perder o grande amor de sua vida.</p>
<p>O fato de perder o seu amor já é bastante triste, mas no caso de Cristiana os sentimentos foram agravados, porque Guilherme morreu dois meses antes do filho nascer. Cristiana estava grávida de 7 meses.</p>
<p>Em 17 de julho de 2007 Cristiana escreveu o primeiro texto, que deu origem ao blog. Ele nasceu da necessidade dela em contar a Francisco, o bebê, quem foi seu pai, como ele era, a experiência que viveram juntos. Tudo isso para que, um dia, o filho pudesse saber quem foi o seu pai.</p>
<p>Os textos ganharam rápido sucesso e o blog passou a ser lido por muitas pessoas, que se comoviam com a história doce e triste de Cristiana e Francisco. Da delicadeza dos textos nasceu o livro, pela Editora Arx.</p>
<p>Já Odele Souza tem 60 anos e vive com Flávia, sua filha de 22 anos, em coma vígil há 11. A menina, que se calou aos 10 anos, quando teve seus cabelos sugados pelo ralo de uma piscina, passa seus dias rotineiros apenas abrindo e fechando os olhos em sua cama. O que basta para que Odele dedique a ela cada minuto de sua existência: os destinos dessas duas mulheres estão totalmente entrelaçados.</p>
<p>É a mãe quem realmente está ao lado da filha nas 24 horas do dia. Apesar da dor profunda com que vive seus dias, Odele ainda encontra forças para sorrir para a vida: vez ou outra almoça com uma amiga, vai ao cinema, ao teatro, a exposições e lê bastante.</p>
<p>Essas duas mulheres guerreiras, Cristiana e Odele, encontraram uma forma de dar vazão à dor devastadora que invadiu as suas vidas: criaram blogs, nos quais compartilham suas histórias, tristezas, alegrias, conquistas. Há três anos Odele criou o blog chamado <em>Flaviavivendoemcoma </em>(<a href="http://www.flaviavivendoemcoma.blogspot.com/" target="_blank">www.flaviavivendoemcoma.blogspot.com</a>).</p>
<p>Pela escrita, conseguem dar sentido a algo que é tão difícil de ser entendido e aceitado. E por essa mesma janela por onde se escapa a dor, também entra muita luz. Pessoas que nunca as viram, de alguma forma mostram sua solidariedade e as fazem bem. É a gota de esperança que elas tanto precisam para seguirem seus dias acreditando na vida e, sobretudo, nas pessoas.</p>
<p><em><strong>*</strong> Todas as informações sobre Odele e Flávia foram retiradas da reportagem <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI105927-15228,00-SAUDADES+DE+SUA+VOZ.html" target="_blank">Saudades de sua voz</a>, da versão eletrônica da Revista Época, e do texto <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI105985-15230,00-DEUS+E+A+EUTANASIA.html" target="_blank">Deus e a Eutanásia</a>, da coluna <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63840-15230,00-ARQUIVO+ELIANE+BRUM.html" target="_blank">Nossa Sociedade</a>, ambos escritos pela repórter Eliane Brum.</em></p>
<p><em><strong>*</strong> Já as informações sobre Cristiana Guerra foram obtidas pelos seus textos do Blog e Livro de mesmo nome, <a href="http://parafrancisco.blogspot.com/" target="_blank">Para Francisco.</a><br />
</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciananunes.wordpress.com/1294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciananunes.wordpress.com/1294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciananunes.wordpress.com/1294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciananunes.wordpress.com/1294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/glauciananunes.wordpress.com/1294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/glauciananunes.wordpress.com/1294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/glauciananunes.wordpress.com/1294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/glauciananunes.wordpress.com/1294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciananunes.wordpress.com/1294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciananunes.wordpress.com/1294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciananunes.wordpress.com/1294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciananunes.wordpress.com/1294/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciananunes.wordpress.com/1294/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciananunes.wordpress.com/1294/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1294&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A perecibilidade da vida</title>
		<link>http://glauciananunes.wordpress.com/2009/11/26/a-perecibilidade-da-vida/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 17:02:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glauciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que mania essa a nossa de achar sempre que a vida é controlável, planejável, até paupável? Eu, sobretudo, que organizo a minha mesa, que no início do mês vejo as contas a pagar e quanto vai sobrar, que planejo o &#8230; <a href="http://glauciananunes.wordpress.com/2009/11/26/a-perecibilidade-da-vida/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1286&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2009/11/perecive.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1289" title="perecive" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2009/11/perecive.jpg?w=500&#038;h=278" alt="" width="500" height="278" /></a></p>
<p>Que mania essa a nossa de achar sempre que a vida é controlável, planejável, até paupável? Eu, sobretudo, que organizo a minha mesa, que no início do mês vejo as contas a pagar e quanto vai sobrar, que planejo o que meu filho fará no fim de semana e quantas horas devo dormir por noite, percebi essa semana, como um tapa forte na cara, que a vida não é tão planejável e controlável como eu insisto em fazer que ela seja.</p>
<p>Consegui enxergar, assustada confesso, que ela tem seus rumos próprios, seus ciclos e acontecimentos naturais. E que eles vão ocorrer, independente dos meus planos, desejos ou calculadoras.</p>
<p>Na noite de terça-feira, me alonguei um pouquinho mais na faculdade, apesar do cansaço, e parei no carrinho de hot dog do Seu Antonio, tiozinho querido que faz um prensado dos bons. Antes de fazer o pedido, falei com meu Presente no celular e perguntei se ele já tinha comido. Como o bonitão estava faminto, me esperando voltar, engatei um papo gostoso com o tio, enquanto aguardava os três dogs pra viagem, embaixo de uma garoa que insistia em cair naquela noite.</p>
<p>Atipicamente, por forças do destino, da natureza ou de qualquer outra entidade bem superior a mim, fiquei um pouco mais na faculdade. Eu, que uso qualquer pretexto para vazar mais que rápido de lá, naquele dia me permiti bons minutos de papo com seu Antonio.</p>
<p>Dirigi pela marginal como sempre &#8211; no limite máximo da pista, que é 90 Km/hora &#8211; e nesse horário e naquele sentido &#8211; Zona Norte para Zona Oeste &#8211; ela é bem livre. Adoro esse momento, pois é ali que testo meus dotes de pilota. Fiz o caminho habitual, o chão estava molhado e a noite úmida. Eu, faminta e apertada para fazer xixi, pisando profundo no acelerador.</p>
<p>Duas esquinas antes da minha rua, os carros foram parando, mesmo com o farol verde. Meu instinto de motorista apressadinha já estava falando alto, mas notei que alguma coisa ocorria, porque os carros começaram a fazer o balão ali na rua Guaipá e a voltarem. Eu, não entendendo nada, pois não via polícia, nem bombeiro, nem CET, apenas os frentistas do posto de gasolina fazendo sinais insistentes para que os carros não passassem por ali. Ué, teria de fazer o que todos estavam fazendo. Quando eu chego até a esquina para fazer o balão é que sou assaltada por um dos maiores medos que eu lembro de ter sentido na vida.</p>
<p>Ali, na esquina, sem os carros na minha frente, vi bolas de fogo e fumaça no ceu, que vinham do quarteirão onde fica meu prédio!</p>
<p>Demorei dois dias a escrever esse post, porque não queria lembrar da sensação que foi ver aquilo. Eu não tinha certeza de onde vinha aquele fogo, mas tinha certeza que era grande, que vinha do mesmo espaço onde estava a minha fortuna: Eduardo dormia em sua caminha e Fabio estava em nosso apartamento me esperando.</p>
<p>Naquele momento, que não deve ter passado de alguns minutos, fiz o balão ao mesmo tempo em que encontrava meu celular na bolsa, liguei para Fabio, que não atendeu o telefone. Na ausência de seu alô do outro lado da linha, meu coração disparou ainda mais. Brotou dentro de mim um desespero que há muito tempo ou até nunca eu tenha sentido, de não saber o que ocorria com aqueles que são a principal razão da minha vida.</p>
<p>Não tive dúvidas: parei o carro no meio da rua e desci, descalça, para ir andando até lá e ver o que ocorria, já que a essa altura minha rua já estava interditada. Os segundos que separaram o alô do Fabio da minha segunda ligação e meus passos no meio da rua molhada, me faziam sentir apenas uma coisa: estou em uma situação, na qual não tenho controle algum sobre ela.</p>
<p>Felizmente, Fabio atendeu o telefone e me disse que o fogo vinha da indústria de produtos de higiene e limpeza em frente ao nosso prédio. Eu não tinha outra certeza a não ser que ele tirasse Eduardo dali e que todos estivéssemos juntos. Graças a uma outra rua que ainda não tinha sido interditada eu cheguei na garagem do meu prédio, já sentindo o forte calor que vinha do galpão totalmente em chamas à nossa frente.</p>
<p>E minha agonia cessou instantaneamente, como quando se joga água para apagar o fogo. Com o carro ainda funcionando, minha fortuna estava à salvo. Apenas com a roupa do corpo, Eduardo apenas de meias, sonolento, saímos dali. Só voltaríamos madrugada adentro, quando as chamas já estavam controladas, mas ainda os 24 carros de bombeiros trabalhavam na escuridão da queda de energia até o sol da manhã.</p>
<p>Não houve feridos, felizmente, mas as perdas materiais foram grandes. Na mesma madrugada, porém, meu egoísmo comemorava aliviado que minha família estava a salvo, sob a minha visão. E assim a vida continuou. Hoje, dois dias depois e todos os jornais inundados pelo incêndio na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, tudo está normal na Avenida Mofarrej. Exceto, porém, o meu coração, que percebeu o quão perecível a vida é e que ela pode mudar a qualquer momento, a qualquer instante, independente de nosso controle.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciananunes.wordpress.com/1286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciananunes.wordpress.com/1286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciananunes.wordpress.com/1286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciananunes.wordpress.com/1286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/glauciananunes.wordpress.com/1286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/glauciananunes.wordpress.com/1286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/glauciananunes.wordpress.com/1286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/glauciananunes.wordpress.com/1286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciananunes.wordpress.com/1286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciananunes.wordpress.com/1286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciananunes.wordpress.com/1286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciananunes.wordpress.com/1286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciananunes.wordpress.com/1286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciananunes.wordpress.com/1286/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1286&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O trabalho é mesmo uma &#8220;opção&#8221; para as mães?</title>
		<link>http://glauciananunes.wordpress.com/2009/11/23/o-trabalho-e-mesmo-uma-opcao-para-as-maes/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glauciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A edição de agosto da revista Crescer, que eu só li essa semana, devido à correria da minha rotina, me chamou a atenção por uma matéria com destaque na capa &#8211; &#8220;Qual é a melhor opção para a mãe que &#8230; <a href="http://glauciananunes.wordpress.com/2009/11/23/o-trabalho-e-mesmo-uma-opcao-para-as-maes/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciananunes.wordpress.com&amp;blog=4777402&amp;post=1282&amp;subd=glauciananunes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2009/11/mae.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1283" title="mae" src="http://glauciananunes.files.wordpress.com/2009/11/mae.jpg?w=500&#038;h=269" alt="" width="500" height="269" /></a></p>
<p>A edição de agosto da revista <a href="http://www.revistacrescer.com.br" target="_blank">Crescer</a>, que eu só li essa semana, devido à correria da minha rotina, me chamou a atenção por uma matéria com destaque na capa &#8211; <strong><em>&#8220;Qual é a melhor opção para a mãe que trabalha&#8221;.</em></strong></p>
<p>Desde que recebi a revista, fiquei tentada em ir direto para essa reportagem. E hoje, vendo as 20 páginas de comentários da <a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI84687-10496-1,00-A+ROTINA+DE+TRES+MAES+COMO+ELAS+ENFRENTAM+AS+DIFICULDADES+DO+DIA+A+DIA.html" target="_blank">versão online da matéria</a>, constatei que o título não gerou expectativas apenas em mim, mas em muitas mães leitoras de Crescer.</p>
<p>E porque? Provavelmente, porque essa seja uma neura que ronde a cabeça e consciência de todas as mulheres que um dia pariram. Como conciliar o trabalho [ou a falta dele] com a maternidade?</p>
<p>Desde que li a reportagem fiquei com a pulga trás da orelha, desculpem-me o clichê. Para escrever esse texto e clarear melhor as ideias, fui procurar o texto no site da Crescer. Eis que me deparo com as impressões de mais mães que leram a reportagem e fiquei surpresa por todas que comentaram terem tido a mesma percepção que a minha: as três personagens da reportagem fazem parte de uma pirâmide muito seleta do nosso país. As três aparentemente de classe média, que contam com a ajuda de babás, empregadas, avós, duas delas com maridos e uma divorciada.</p>
<p>Depois que me tornei mãe e passei a &#8220;viver&#8221; esse universo materno, encontro um sem número de trabalhadoras que madrugam, mandam seus filhotes ainda bebês para a creche municipal mais próxima, encaram trem + ônibus até o trabalho, retornam para a casa no finzinho da tarde, ainda têm de lavar a roupa, fazer a comida, dar atenção ao marido.</p>
<p>Existe uma receita de bolo para como conciliar o trabalho e a criação dos filhos? Creio que não. Talvez por isso que o coro seja uníssono nos comentários sobre a reportagem, no site da Crescer: &#8220;<em>nos frustramos&#8221;</em>. Isso porque esperávamos encontrar o bê-a-bá de como criar os filhos de forma satisfatória e ainda dar conta do trabalho, que para tantas de nós não é apenas uma opção de estilo de vida e sim uma necessidade.</p>
<p>Lembremos que uma boa parcela da sociedade brasileira tem seus lares gerenciados só por mulheres, muitas separadas, solteiras ou que foram abandonas pelos companheiros. Pois bem, não existe receita de bolo! E tenho, a cada dia mais, tentando pensar que cada uma de nós, mães, mulheres, trabalhadoras, temos nossa missão nesse mundo e, assim, os seus desafios. Não há receita de bolo, nem manual, nem formato&#8230; temos de dançar conforme a música, como diria a minha avó.</p>
<p>Portanto, a única coisa que eu digo é: tentemos abrandar a nossa culpa. Isso sim é algo que podemos tentar manipular&#8230; o resto é ir tocando como dá e não apenas escolhendo uma &#8220;opção&#8221; de trabalho, como sugere a reportagem. Isso porque, para a maioria esmagadora de trabalhadoras e mães do país, o trabalho não é uma opção e sim uma necessidade.</p>
<p>Fica a dica também para que jornalistas, pauteiros e editores tentem chegar mais próximo da realidade de seu público-leitor, para que não dê tiros n&#8217;água tão elitistas como foi essa reportagem. Eu, como jornalista, mãe, leitora e trabalhadora, me sinto à vontade para fazer essa crítica. E com conhecimento de causa.</p>
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